Está foi uma difícil semana. Houve muitas mortes, dentre elas a do renomado Milton Viola Fernandes, mais conhecido como Millôr Fernandes, famoso cartunista, jornalista, desenhista, humorista e tradutor. O nome Millôr se deu porque, ao nome ser registrado com uma caligrafia estranha, se entende Millôr e não Milton. Ele também já foi considerado uma das principais figuras de imprensa do Brasil no século XX.
Quando Millôr teve dois anos, ficou órfão de pai, e aos Onze de mãe, por isso foi morar com o tio materno. Ele começou a trabalhar cedo, entrando para a revista O Cruzeiro. Quando Completou Dezesseis anos ganhou o concurso de contos da revista “A cigarra”, com isso cria o pseudônimo “Vão Gôgo” na seção “Poste Escrito” da revista. Anos mais tarde volta para a revista “O Cruzeiro” que teve um aumento de onze mil exemplares por semana para setecentos e cinquenta mil. Nos anos de 1946 faz sua estreia com o livro “Eva sem Costela” e em sete anos monta sua primeira peça, “Mulher em sete atos”. Em 1964 começa a editar a coluna de humor do “O Cruzeiro”, “O Pif-Paf”. Após quatro anos se junta ao semanário “O Pasquim”.
Infelizmente, após tantos anos se passarem Millôr começou a sofrer de acidente vascular cerebral, uma doença que causa perda rápida de função neurológica, decorrente do entupimento ou rompimento de vasos sanguíneos cerebrais. E no dia 27 de Março de 2012 Millôr veio a falecer, sendo que apenas foi informada a mídia dia 28. Millôr deixou uma grande herança e vai fazer muita falta no nosso dia-a-dia.
Bibliografia:
Wikipédia
Pensador.uol.com.br
Legal, passou muito bem a informação e apresentou marcas de opinião ao longo de todo o texto
ResponderExcluirMuito bem bom trabalho excelente gostei muito como ele escreveu
ResponderExcluirMuito bem escrito e com marcas de argumentação ao longo do texto, gostei.
ResponderExcluirBem escrito, descrevendo bem sua opinião ao longo do texto.
ResponderExcluir