sábado, 31 de março de 2012

Descoberta de fóssil de hominídeo


Foi veiculada uma noticia que dizia que um fóssil do pé de um hominídeo poderia mudar  estudo da evolução humana.  Acho esse fato muito relevante já que um dos maiores questionamentos humanos é a origem da própria espécie, mesmo que aparentes certezas sobre esta questão sejam firmadas e desmentidas numa frequência assustadora.  Creio que seja um pouco questionável o fato de que segundo os próprios descobridores, não se sabe a que espécie o fóssil pertence, apenas as quais o mesmo não pertence.
Só se sabe que ele é um hominídeo pelo polegar opositor que ele apresenta condição sine qua non para ele ser classificado dessa forma. Essa descoberta também rompe com a ideia de que só existiram Australopithecus afarensis na região da Etiópia, há aproximadamente quatro milhões de anos. Esse indício de coexistência com os Australopithecus afarensis aponta que essas duas espécies possam ter evoluído paralelamente. Acho que é ao menos curioso essa descoberta não ganhar nem uma fração da cobertura midiática que a descoberta do fóssil Lucy, que era um Australopithecus afarensis, ganhou na década de 70, já que ao meu ver é cientificamente tão importante quão Lucy.
            Causa estranheza a mim o fato de que um fóssil de pé, algo teoricamente pequeno, possa alterar tanto a perspectiva de pelo menos parte da comunidade científica, já que quando se trata de novas descobertas no campo da ciência, nunca há unanimidade. E ao lermos essa notícia nos deparamos com uma incoerência: como a África, pode ser ao mesmo tempo celeiro da humanidade e continente mais pobre?

quarta-feira, 28 de março de 2012

"Eu tenho a força"


A reportagem sobre Minotauro relata o caminho que ele percorreu para chegar a tamanho sucesso. Fala também sobre o documentário de Fernando Serzedelo sobre o lutador, que será lançado no final deste ano.
A reportagem dá detalhes da vida do lutador, como o acidente que sofreu aos 10 anos, pelo qual ficou 11 meses no hospital e lhe rendeu muitas dificuldades. Esse fato o motivou à luta, fazendo com que Minotauro ficasse mais forte e confiante.
Além disso, o texto explica a origem de seu apelido: devido ao seu grande porte físico, seu amigo começou a chamá-lo de Minotauro.
Sua rotina é cansativa devido às horas de treino e a enorme cobrança que recebe em relação à alimentação, chegando às vezes a ser exagerado e desnecessário.
Minotauro conta de sua grande afetividade com seu irmão Rogério, lutador de outra categoria, e que não teria coragem de lutar contra ele, o que é, com certeza, algo bem difícil de se fazer.
Por causa da distância, o lutador conta que não tem muito contato com a filha, e ele, como pai, provavelmente se sente muito mal por este fato.
Rodrigo, seu nome verdadeiro, deu muito apoio na carreira de Anderson Silva, o "Spider Man", já que o mesmo não tinha esperança de ser um campeão. Não deu outra, Minotauro disse que ele conseguiria, e ele conseguiu.
Rodrigo gosta de ver filmes e ler, porém não tem muito tempo livre para isso. Mesmo assim, arrumou um tempo para ler a biografia do empresário Eike Batista, e diz que foi um imenso prazer conhecê-lo há dois meses.
Esse vascaíno doente diz ser uma pessoa simples e que adora falar com todos os fãs, mas se sente constrangido ao ser chamado de Minotauro nas ruas, pois não é um lutador fora do octógono.
Muito superticioso, procura não repetir o quer fez em lutas perdidas nas lutas seguites.
Tamanho não significa muita coisa, já que Minotauro tem fobia de altura, quando desfilou pelo Grande Rio esse ano, diz ter ficado parado em cima do carro metade do desfile.
O lutador quer muito participar do último UFC de 2012.

O GLOBO, dia 25/03/12, página 28.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Bem vindos!!

A produção de textos variados está sempre presente na vida de todas as pessoas, seja quando escrevemos um e-mail, um post no facebook de algum amigo ou mesmo aquele bilhetinho nada discreto que roda a sala inteira durante as aulas. Infelizmente, temos, na escola, uma visão errada da escrita: nesse contexto, ela serve apenas como desculpa para avaliação, onde o professor é o ditador da caneta vermelha e o aluno, aquele que está constantemente sendo avaliado pela forma, mas nem sempre no conteúdo de seus textos.

Este espaço é uma tentativa de mostrar que a escrita pode e deve ultrapassar os limites da sala de aula e da relação aluno-professor, sendo compartilhada com o máximo de pessoas possível, não apenas passando informações como também expressando opiniões, sentimentos e anseios de nossos alunos.

Então... bem vindos ao Expresso 92 e mãos à obra!